segunda-feira, 6 de abril de 2015

Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo



Tem cara de regra de etiqueta, mas é só mais um livro leve e divertido para as suas terças a tarde, competindo com o netflix. Porque parisiense é um bicho cobiçado e adorado em qualquer canto, e a lenda blasé tá no nível do estereótipo de mulher brasileira só no bronze e no samba. Lógico que não levamos a sério, mas que é divertido desconstruir. Caroline de Maigret, Anne Berest, Audrey Diwan e Sophie Mas fizeram a sua desconstrução das suas origens. Irônico, contraditório, louco e com aquela cara de "finjo". Finjo que não me importo, finjo que tenho coisa melhor pra fazer, finjo que não deu trabalho, hahahaha. E brincando com os estereótipos, elas fizeram a versão delas de parisiense, decifrando esse mistériozinho excitante e irritante.






Devorei e adorei esse livro. Ele vai te definir de cabo a rabo? Não. Eu não sou uma lenda de parisiense, então vou usar calça rasgada se quiser. O livro dizer que parisiense não usa não me impede de usar e muito menos ofende quem curte, hahahaha. Leia. E não encane com o livro da mesma forma que você não se encana de todas as pessoas do mesmo signo não serem iguais, ou todos os brasileiros não serem iguais.

Cinco estrelinhas para ele. Vai ficar na minha estante.

2 comentários:

  1. Nunca ouvi falar e agora sinto que preciso ler! Obrigada pela dica, Amanda.

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